Lula é eleito presidente pela quarta vez; acompanhe a repercussão

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Lula diz que Brasil não será quintal de nenhum outro país

Lula mencionou a mobilização nas ruas e, em um momento da comemoração, o público cantou o Hino da Independência do Brasil: “Ou ficar a Pátria livre ou morrer pelo Brasil”.

O presidente afirmou que não aceitará que o país seja “quintal” de nenhuma outra nação.

Lula promete avanços na política climática e no tratamento de câncer pelo SUS

Durante o discurso da vitória, Lula destacou a redução do desmatamento por quatro anos consecutivos e afirmou que o Brasil poderá ensinar ao mundo como conduzir políticas climáticas.

Na área da saúde, prometeu uma revolução no SUS e disse que o país poderá se tornar referência mundial na cobertura do tratamento de câncer.

Lula promete ampliar comunicação pelas redes e cita políticas para idosos, mulheres e educação

Lula afirmou que a comunicação pelas redes sociais será uma prioridade no próximo mandato e disse que pretende conversar mais com a população por esses canais.

O presidente declarou que governará para os 251 milhões de brasileiros, sem distinção entre adversários e aliados. Também prometeu dar atenção às políticas públicas para idosos, garantir respeito às mulheres e igualdade de tratamento a todas as religiões, além de defender a liberdade religiosa.

Na educação, disse que pretende dar continuidade a iniciativas como as escolas de tempo integral e o Pé-de-Meia, programa de incentivo financeiro a estudantes do ensino médio.

Lula agradece confiança dos eleitores e destaca participação de jovens e idosos

Durante o discurso da vitória, neste domingo (25), em São Paulo, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) agradeceu a confiança do povo brasileiro e destacou que a abstenção no segundo turno foi uma das menores do país. O presidente também agradeceu aos jovens que foram às ruas em defesa da democracia e aos idosos que, mesmo com limitações físicas ou de locomoção, foram votar por reconhecerem a importância do voto para a democracia.

FONTE

G1

“Não vamos permitir que as pessoas morram por falta de tratamento”, afirmou.